segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Cadáver bate à porta



Mulher espera táxi, mas é surpreendida por cadáver

São Paulo – Preparada para uma viagem de trabalho, a produtora de eventos Marina Moraes, 31 anos, teve uma desagradável surpresa nesta segunda-feira, 29 de outubro, ao encontrar um cadáver deixado a sua porta, na Vila Mariana, próximo ao centro da cidade.
            A produtora contou à polícia que acordou cedo e ligou para uma empresa de táxis, pedindo para que um taxista a buscasse em casa às 6h, com destino ao aeroporto.
            Enquanto aguardava o táxi, Marina terminou de arrumar sua mala e entrou no banheiro para tomar banho e escovar os dentes.
            Ao sair do banho, Marina disse ter ouvido um ruído de motor de automóvel, que acreditou ser do táxi que havia pedido.
            Apressou-se em se vestir e logo ouviu a campainha. Pegou sua mala e sua bolsa, e dirigiu-se à entrada da casa.
            Ao abrir a porta, ao invés do táxi, havia um homem de meia idade caído nos degraus.
            Assustada, ela permaneceu paralisada.
            Nesse momento, o táxi chegou.
Segundo seu depoimento, ela chamou pelo homem, que não respondeu. Então, o taxista desconfiou que se tratava de um cadáver.
            A promotora contatou a polícia, que fez a identificação do corpo, bem como o recolhimento das possíveis pistas.
            Após os depoimentos de Marina Moraes e do taxista Pedro Alvarenga, a polícia agora tenta descobrir como e por que o homem de 52 anos, que se chamava Manoel da Costa, foi morto e deixado à porta da residência.

 Por: Cristiane Siqueira Schutt

Atividade de escrita referente ao módulo 3 do curso Leitura e Escrita em Contexto Digital:  criação de uma notícia para um jornal voltado para classes mais populares.

Mistério da Mala em Cândido Mota – SP


A empresária Lucy dos Reis trinta e oito (38) anos, conta que ficou desesperada ao ver o morto dentro da mala na sua porta.

Lucy é cabeleireira e aos sábados tem que acordar bem cedo para ir para seu salão. No dia 27 de outubro não foi diferente. Acordou com o toque do despertador às seis da manhã, levantou e foi para o banheiro escovar os dentes e tomar banho. Quando ouviu a campainha tocar, pensou que fosse sua sócia, mas era muito cedo para ela chegar; enxugou-se às pressas, saiu do banheiro e foi ver quem era. Abriu a porta e tinha uma mala enorme e semi aberta na sua porta. Olhou e viu algo, foi nesse momento que ela se desesperou, pois viu um homem dentro da mala na soleira da sua porta, procurou em volta e não viu mais ninguém no corredor, abaixou-se, tocou o homem com os dedos e sentiu que estava frio e duro, percebeu então que ele estava morto. Correu, ligou para a polícia e informou o fato. A polícia está investigando o caso e já tem alguns suspeitos.

Por : Ana Claudia C.S.Giroto

Atividade de escrita referente ao módulo 3 do curso Leitura e Escrita em Contexto Digital:  criação de uma notícia para um jornal voltado para classes mais populares.

Proposta de atividade!



No módulo 3 temos como atividade de escrita a criação de uma notícia para um jornal voltado para classes mais populares. Cada integrante do grupo criaria sua notícia e estas seriam postadas aqui no blog. Para tanto seguimos um roteiro pré-estabelecido (conforme imagem abaixo) e soltamos nossa imaginação. Esperamos que gostem de nossas produções.
fonte: Curso Leitura e Escrita em Contexto Digital

terça-feira, 30 de outubro de 2012

"Acho a televisão muito educativa. Toda as vezes que alguém liga o aparelho, vou para outra sala e leio um livro."

Groucho Marx
( Fonte: www.amigosdolivro.com.br)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Olhem o alcance do nosso blog!



Estamos sendo visitados por pessoas de outros países!!
cliquem na imagem para aumentar.

Schopenhauer, pessimista?


Ler quer dizer pensar com uma cabeça alheia, em lugar da própria.
Arthur Schopenhauer




Borges, eterno amante de livros


Eu sempre imaginei que o paraíso deve ser algum tipo de biblioteca.
Jorge Luis Borges
fonte: cia das letras

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Depoimento de Ana Claudia


Sou professora de História na rede estadual de ensino há dez anos. Minha experiência de leitura e escrita começa na minha infância, eu e minha sempre fomos muito unidas, fazíamos tudo juntas, inclusive as leituras.
Lembro-me bem dos gibis que nós líamos em cima da goiabeira. Era uma delícia, ver a Magali comer sua melancia e nós, nossa goiaba. Nessa época, nosso sonho de consumo era um almanaque da Turma da Mônica, cheio de histórias e atividades.
No ginásio, hoje ensino fundamental II, foi muito marcante as aventuras lidas na série Vaga Lume, nós tínhamos um professor que incentivava muito a leitura, ele lia partes do livro, para nos instigar, ficávamos curiosas para saber o que ia acontecer e corríamos na biblioteca para retirar o livro para ler. Por isso, hoje acho muito importante o papel do professor no incentivo a leitura.